Jornalista Inês Marzano

Thursday, August 31, 2017

Bipolaridade - Saúde

Conviver com pessoas próximas que desenvolveram o Tanstorno Bipolar é um sofrimento e com o passar dos anos a gravidade aumenta devido as mágoas e consequências de palavras e atitudes irracionais, que prejudicam todos os envolvidos.
A cura deve ser buscada pricipalmente na esfera espiritual, pois, uma pessoa que tem fé em Deus, e pratica as suas obras jamais terá tempo para si mesmo, e muito menos terá tempo para atacar e prejudicar os outros. Pois, o mandamento maior é amar o próximo como a si mesmo. 
O amor toma pra si as dores, não ensoberbece, não busca os seus próprios interesses  (1 Coríntios 13). Eu sou pela palavra de Deus em toda e qualquer situação, porém, podemos entender mais sobre as doenças para que haja a provisão do Deus do impossível e tambem um conhecimento a nível consciente para que haja luz no assunto, pois Jesus disse: conheceis a verdade, e a verdade vos libertará. Creio sim que a verdade sempre liberta.

O Transtorno Bipolar é caracterizado por alterações no humor e no nível de energia da pessoa, para mais ou para menos. Quando o humor está deprimido, há falta de energia, cansaço, falta de prazer, perda de interesse e tristeza, entre outros sintomas (como alteração no apetite e no sono). Já na fase de mania, o que ocorre é o oposto: ao invés da lentificação típica da depressão, há um aumento considerável no nível de energia da pessoa, o humor pode ficar eufórico ou irritadiço (considerando que, a irritabilidade também pode ser um sintoma na fase depressiva), há um aumento na velocidade do pensamento e na psicomotricidade. A pessoa tende a falar mais e mais rápido e a perder a necessidade de dormir. Pode haver aumento na libido e na impulsividade. Não é raro que pessoas em fase maníaca subestimem riscos e assumam grandes dívidas. Além disso, algumas pessoas em fase maníaca podem abrir quadros psicóticos.

Além das fases maníacas e nas depressivas, pessoas bipolares também experimentam fases com o humor mais estável, chamada de eutimia. Porém, apesar da estabilidade, nesses períodos algumas pessoas apresentam sintomas residuais. Uma outra fase que uma pessoa bipolar pode experimentar é a chamada hipomania, que seria um estado de mania mais leve e que traz menos prejuízo. Geralmente, a hipomania acarreta em um funcionamento acelerado, porém produtivo para o paciente - muitos não identificam que estão em fase hipomaníaca, nivelando esse período como a fase eutímica. 

O período de oscilação (ou ciclagem) entre uma fase e outra varia de pessoa para pessoa. Não há uma estimativa de quanto tempo deve durar cada fase, mas geralmente as pessoas passam mais tempo em depressão e eutimia do que em mania - na maior parte dos casos, essa fase dura alguns dias. Algumas pessoas, no entanto, têm o que chamamos de ciclagem rápida, variando de depressão a mania em poucos dias e oscilando bastante ao longo do tempo. Outras, conseguem se manter em eutimia por um longo período até uma nova ciclagem.

O Transtorno Bipolar tem curso crônico, podendo se prolongar por anos. O tratamento medicamentoso é fundamental para o paciente e para sua qualidade de vida, e deve ser contínuo. Esse ponto é importantíssimo, pois muitos pacientes, quando estão entrando em hipomania (podendo evoluir para a mania ou não) são resistentes quanto a manter o tratamento e muitas vezes param com a medicação - o que se torna um grande problema para estabilizar o transtorno. 

Além do tratamento medicamentoso, é importante que o paciente aprenda a monitorar suas alterações de humor, reconhecendo quando está mudando de fase e o que fazer para não deixar que a depressão ou a mania se agravem. Tal habilidade pode ser obtida através de psicoterapia, autoconhecimento e um relacionamento profundo com Deus.

Monday, July 24, 2017

Decoração

4ª edição do DMAIS Design agita o BH Shopping
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BH Shopping, 19/06/2017
Por Inês Marzano
Aconteceu nesta segunda (19/06) a abertura do DMAis Design 4ª edição.. Sediado no BH Shopping, o mais completo e tradicional centro de compras da capital mineira, o ponto de encontro promete inovar o mercado da arte, decoração e moda. Entre os dias 19 e 25 de junho, o estacionamento do Piso Ouro Preto se transformará em um QG que abrigará uma exposição sobre a  forma de morar, além de lançamentos, bate papos, palestras e workshops gratuitos.
 No local, o Coletivo P, que é uma junção de profissionais das áreas de arquitetura, design de interiores e comunicação, assinou uma área de 500 m2.  “Estou muito feliz em termos o BH Shopping como ponto de encontro desse evento. O grande objetivo é propor a reflexão e o debate sobre o design, aproximando o grande público desse conceito presente na moda, na criação de produtos, nas embalagens, nos móveis de nossa casa e em tudo o que usamos”, diz o gerente de Marketing do BH Shopping, Renato Tavares.
A semana de design mineira foi idealizada pelo empresário Renato Tomasi, que teve como inspiração a tradicional ‘design week’ de Milão, na Itália. “Queremos realmente criar um calendário que discuta e apresente design, gerando negócios e atraindo turistas, assim como acontece nas principais semanas de design do mundo”, conta Tomasi. O festival tem o patrocínio da Fiemg (Federação das indústrias do Estado de Minas Gerais), o BDMG  e os apoios da Hunter Douglas e Lider interiores.
Para  conferir todos os eventos que integram a programação oficial basta fazer o download do aplicativo disponível na App Store e Google Play do DMais Design.
Para ver as fotos clique aqui 

Friday, April 28, 2017

Saude

De bem com a vida



Envelhecer com saude e qualidade de vida é uma opção muito feliz.
Com o passar dos anos o metabolismo fica lento, as marcas do tempo se atenuam e a lei da gravidade se cumpre nos corpos mortais.
A boa notícia  é que segundo a gereontologia e a psicologia social o envelhecimento aliado à boa saúde física e emocional resultam no bem estar da terceira idade.
Além da boa alimentação, exercícios físicos e pensamentos positivos, os procedimentos estéticos são grandes aliados da maturidade.
Para o Dr Alexandre Orlandi França, o importante é se sentir bem independente da idade. O médico, que já participou de inúmeros congressos e publicações  de multidisciplinas  como osteoporose,  ortopedia, endocrinologia  e cirurgia plástica garante o bem estar através da prevenção. "Devemos prevenir principalmente a diabetes, osteoporose, obesidade e gota, entre outras doenças do metabolismo", disse.

Para mais informações o médico atende na Cemear: (31) 3318-4005 ou 99566-3851

Por Ines Marzano 

Saúde

CASCATA FRATURÁRIA: FRATURA EM PACIENTES COM OSTEOPOROSE, NO BRASIL, E SUBSEQUENTE EFEITOS PARA O MINISTÉRIO DA SAÚDE E PLANOS DE SAÚDE. A URGÊNCIA DE SE TER UM CARTÃO ONDE AS PESSOAS SÃO MONITORADAS AO LONGO DOS ATENDIMENTOS, SEJAM ELES AMBULATORIAIS OU HOSPITALARES.

CASCATA FRATURÁRIA
Dr. Alexandre Orlandi França
Belo Horizonte, 07 de novembro de 2011.


É necessário um olhar mais criterioso sobre a osteopenia e, conseqüente, osteoporose, para compreender e elaborar um protocolo de cuidados multidisciplinares para o controle e a prevenção destas disfunções.
Não cabe aqui discorrer sobre origens ou o metabolismo que levam a estas alterações do tecido ósseo.
Sabemos que a mídia tem sido precursora da preocupação sobre os males da andropausa, menopausa e doenças degenerativas do envelhecimento ou de causas genéticas.
Este impacto chega aos consultórios com o inquirir sobre medicamentos e medidas preconizadas nos meios de comunicação, de uma forma geral, desencadeando assim, eventos médicos: consultas, exames laboratoriais e de imagem.
Há prescrição de cuidados fisioterápicos, e outros fármacos, cálcio, bifosfonados, estrôncio, vitamina D, etc. Em numerosos casos, estas deliberações são abandonadas pelos pacientes e não são monitoradas por equipe médica (algumas dessas equipes são rotineiramente substituídas nas instituições devido a vários fatores).
O médico sempre deve buscar o melhor equilíbrio de trabalho e o usuário perde sua referência, ou, simplesmente, desinteressa-se, combalido pelas dificuldades de manter-se em terapia ou outros motivos.
Este trabalho destina-se a motivar os profissionais de saúde a criarem um método de aderência dos pacientes, a um protocolo e os eventos a que se sucedem com o avançar da idade.
Um dos principais fatores de alerta, geralmente, não são percebidos por equipe médica que atua em urgência de trauma. Trata-se da fratura em paciente com idade acima de 45 anos, ou mesmo abaixo deste limite.
Se neste protocolo, observarmos o conceito de cascata fraturária, que é o ponto de partida para a percepção nos profissionais de saúde, a importância da equipe que atende uma fratura, será valorizar e buscar as causas desta, tendo atenção ao segmento ósseo fraturado.
Esta sucessão de fraturas pode se iniciar nos punhos, dedos, ou em uma entorse, nos tornozelos, e as espontâneas causadas por estresse.
Podem acontecer, e são bem freqüentes, lesões nos punhos, que já indicam o processo em evolução e são mais atendidas em urgências do que as micro fraturas do eixo vertebral, além, naturalmente, de outros pontos do corpo.
O médico que atende a urgência ou avalia uma radiografia, deveria comunicar ao médico responsável pelo paciente ou encaminhá-lo à especialista para o diagnóstico da perda óssea?? (geriatra, ortopedista, reumatologista, ginecologista, endocrinologista ou outro).
É este que seria responsável por um controle eficiente da osteoporose, que bate às portas e fará a prevenção de novas fraturas no futuro??
A consulta para a avaliação de osteopenia ou osteoporose deve ser um evento ímpar, de seis em seis meses, ou com outra cronologia, conforme cada caso. É importante observar que deve ser, exclusivamente, para avaliar e definir atos de prevenção, com o paciente portando um cartão com seu histórico de fraturas ou densitometrias, que seriam documentos de “comunicação compulsória”. Este cartão poderia ser levado, também, aos centros de urgência, sempre que houver um acidente ou for necessário comparecer a uma emergência, onde deveria haver a comunicação compulsória em caso de fratura.
Desta forma, habilmente, se permite avaliar a estrutura do tecido ósseo e a vulnerabilidade do paciente aos traumas e as medidas a serem adotadas. Hoje, o número de idosos no Brasil está em um patamar elevado e, conseqüentemente, há índices de lesões maiores, acima da faixa etária de 70-80 anos

ESPECIALISTAS

O ginecologista trata fatores, tais como, reposição hormonal e o controle das mudanças hormonais na etapa da menopausa, e nem sempre há tempo suficiente na consulta para discutir o uso de medicação para prevenir a osteoporose e a cascata fraturária. Não é rotina ainda, inquirir na anamnese, se houve fratura recente ou lombalgia crônica.
Seria, neste caso, muito importante, uma estreita comunicação do médico assistente a casos de urgência. Isso se aplica, também, ao urologista, com as visitas agendadas para controles diversos, sem esquecer os check ups dos cardiologistas. e outros
Este trabalho a ser feito deve conter elementos preciosos na divulgação da necessidade de se ficar atento à cascata fraturária, e, naturalmente, deve ser exigido do paciente um agendamento a mais de consulta, apenas com o objetivo de se avaliar a osteoporose, excluindo outras queixas naquele evento agendado.
Isso dará ao médico assistente as ferramentas e o manejo adequado na comunicação de intervenção aos clientes e acompanhantes. A disponibilidade dos exames a serem feitos, desde os mais simples, como RX de bacia, até a própria densitometria, trarão benefícios para todos os quadrantes da sociedade, inclusive com declínio do número de cirurgias e outros aparatos de reabilitação pós traumas.
As fraturas que não são percebidas, como as micro lesões no eixo dorsal que vão levando o paciente à cifose progressiva e mesmo na coluna lombar que levam a deformidade, dor e compressões de raízes com posterior dificuldades de marcha, seriam, assim, prevenidas.
A consulta sobre osteoporose ou osteopenia deve ser repetida a cada seis meses, ou outro tempo, de acordo com cada caso, sendo exclusiva para avaliar e definir atos de prevenção de fraturas, feita pelo médico assistente de qualquer especialidade em que o paciente se dirija e confie, pois demanda tempo de explanação e orientação.
O documento de “comunicação compulsória” deve ser portado pelo paciente sempre que for a uma consulta médica. Para a Previdência, encarregada de perícia por afastamento de traumas, poderia exigir o referido documento de comunicação compulsória? Seria exagero imaginar que o evento avaliado seria o primeiro de uma série e que culminaria com uma cirurgia mais ampla? Ou ser um desfecho pior em termos de imobilidade permanente e outras fatalidades?
Para os planos de saúde e os serviços públicos de atenção à emergência, são medidas que, visivelmente, diminuiriam o impacto econômico de internações cirúrgicas de média e alta complexidade, além de cuidados com o tempo prolongado em internações e terapia intensiva. Em termos de saúde pública, teríamos um cadastro e um controle efetivo dos acidentes e conseqüente prevenção mais rígida na distribuição de fármacos e controle densitométrico da população.
Para um resultado menos doloroso ao paciente, menos oneroso aos planos de saúde pública, seria o acompanhamento do ginecologista e outros especialistas, e a inserção da osteoporose, se for o caso, tanto no Cartão de Saúde, e, se possível, nos centros de dados ou um cartão específico para doenças de alta complexidade. Propomos criar um ou dois dias nacionais de prevenção da osteoporose como se faz com as vacinas preventivas.
Observamos, em consulta ao Conselho Regional de Medicina de Minas Gerais, que há registro oficial de 1.565 ginecologistas, 914 ortopedistas, 102 geriatras, 132 endocrinologistas, 126 reumatologistas e 65 fisiatras.
Fica claro, portanto, que a participação dos ginecologistas é fundamental nesta nossa pretensão e, cabe às instituições, instruir e intervir para o enlace maior destas especialidades.
Portanto, é mister insistirmos na indicação de uma consulta extra, exclusivamente para o diagnóstico e o tratamento das alterações que se trata esse artigo.
A partir de 2012, segundo portaria 940, do Ministério da Saúde – publicada no Diário Oficial da União, - os pacientes atendidos pelo SUS serão acompanhados pelo CARTÃO NACIONAL DE SAÚDE, de caráter obrigatório, em todos os sistemas públicos de saúde no Brasil.
De acordo com o Ministério, o cartão terá o nome completo do usuário, número SUS e o código de barras. Toda e qualquer informação sobre o paciente estará contida nele, desde um simples atendimento ambulatorial a uma intervenção cirúrgica, qual a especialidade, profissional, e a unidade de saúde que prestou o atendimento, ou seja, é um documento de identificação do usuário do SUS, com todas as ferramentas tecnológicas disponíveis para oferecer um atendimento integral e acompanhar a qualidade do serviço prestado.
De acordo com o secretário de Gestão Estratégica e Participativa do MS, Odorico Monteiro, “a identificação dos usuários das ações e serviços de saúde é extremamente importante. Só assim poderemos garantir uma atenção completa ao usuário. Isso permite a organização da rede, das ações e da disposição dos serviços de saúde”. são exatamente esses que oneram os cofres dos planos de saúde, e também do serviço público.
Este artigo vem convidar os colegas a avaliar esta questão e estudar a melhor forma da instituição da comunicação compulsória e se tal evento é importante para a permanente monitorização das fraturas e suas drásticas conseqüências.

É importante ressaltar que os planos de saúde poderiam aproveitar a idéia particularmente peculiar do SUS. Diminuiriam os custos, tratariam o paciente crônico com maior rapidez, atenção e eficiência, pois 

REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS:
 RingeJD,Dohertyjg.Absolute risk reduction in osteoporosis;assening treatment efficacy by number needed to treat.Rheumamatology int.2010;(7);863-869; IDanese M et al.poor patient adherence to osteoporosis treatment is associated with an increased rate and coast of hip fracture.Osteoporos INT 2007;18(1)(oral c 41); Rachid M Breban S. Benhanoucl  The chalenges of the bone  Microarchitecture J Soc Biol.2008,202(4)265-73 Epub.2008, Dec 19;  Narciso Vinicius .Azevedo Elaine. Osteoporose em homens Temas de reumatologia clinica.-vol 5 jun ,2004;  Peter V.Giannouds Thomas A.Einhorn David Marsh  Fracture Healing:the diamond concept.Vol 38 sujhl 4 issue supplement 4 ,pags ,83-86; NETO, João Francisco Marques Osteoporose atual problemas e soluções possíveis. S. Paulo .Segmento Farma ,2011; SZEIJNFELD, Vera Lúcia Tratamento clinico da osteoporose Programa de atualização em ortopedia ,2011.; FRANÇA, Alexandre Orlandi .Prevenção de traumas  Condor Boletim,  pag 6 , numero 16,  2006



 Artigo publicado na  Revista da Associação Médica Brasileira, 2011 -  http://www.amb.org.br/teste/index.php?acao=mostra_noticia&id=7568

Trabalho publicado na Revista  Archives of Osteoporosis, 1st Latin America Osteoporosis Meeting - Maio de 2012. Volume 7, Supplement 1.




Artigo: Dr. Alexandre Orlandi França                                                                                                                       
Colaboradora: Maria José Pereira dos  Santos
CRM – MG 9424                                                                                                                                                                        Jornalista - MG
Especialista em Ortopedia e traumatologia /Título CFM 5963                                                                                         Email: mariasantospesquisas@hotmail.com

Thursday, June 23, 2016

Design de Moda Estacio BH esbanja criatividade na passarela

Centro Universitário Estácio BH, 16/06/2016
Por Inês Marzano
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Aconteceu nesta quinta-feira (16/06) o desfile com as criações dos alunos do curso Design de Moda. O evento foi sediado no auditório do Centro Universitário Estacio de Belo Horizonte, campus Prado, em clima fashion e cheio de surpresas.

O evento contou ainda com mostras de fotografias, croquis de moda, e muito mais. Professores e alunos prepararam durante o semestre letivo  2016.1 os look's através de releituras de artistas plásticos e temas culturais.

A grande novidade deste semestre foi a participação do 1º período, que produziu croquis e look's inspirados no artista plástico Vick Muniz. O desfile foi marcado pela criatividade e plasticidade das peças criadas pelos futuros designer's  de moda. Na passarela, uma variedade de requinte, despojo e exuberância. Tudo preparado ao longo do semestre por turmas do 1º ao 5º período.

O desfile foi organizado pela coordenadora Flávia Aquino, professores e uma equipe de alunos formandos, que capricharam em cada detalhe. Conforme Flávia Aquino, cada edição dos desfiles de final de semestre surpreendem o corpo docente. "É muito interessante assistirmos o produto final do semestre letivo!  As pesquisas, criações e confecções foram muito bem representadas  através do desfile, que mostraram  a qualidade do trabalho em equipe do curso Design de Moda", disse.

O curso Design de Moda do Centro Universitário Estacio BH recebeu em março de 2016 o conceito 5 do Ministério da Educação (Mec), que é a nota máxima de avaliação.
Para mais informações e vestibular  acesse www.estacio.br.
Fotos: Lúcia Marzano

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