Jornalista Inês Marzano

Tuesday, May 20, 2008

Poema ilustrados


Cores da vida


Com a tinta azul

pintei um céu infinito

pássaros e andorinhas

celebram um dia bonito.


O vermelho me chama

cor da paixão

batom, desejo, também o beijo

uma sensação.


Amarelei

disse não

pintei um sol no meu universo

quem sabe um dia então.


As arvores verdes

a esperança também

o caminho eu desconheço

parece terra de ninguém.


Colorí alaranjado

um céu acinzentado

com um sorriso disfarçado

num coração todo quebrado.


violetas e rosas recebí

lilás ou roxas

o que importa não é a cor

e sim o teu amor.


Escuridão do passado

sombras das lembranças

minha estrada é colorida

o meu futuro um anjo de tranças.


No branco das tuas vestes

o meu silêncio e a minha paz

o arco-íris coloriu minha vida

mostrou o desenho do meu cartaz.


(Por Inês Marzano)

3 Comments:

At 7:39 PM, Blogger angela cifani said...

Nossa, Inês... amei o poema...
Muito legal...faz pensar...
Você é , realmente, uma grande artista...
Sinto-me orgulhosa em tê-la como professora!!!
Beijocas...
Angela Cifani

 
At 4:03 PM, Anonymous Anonymous said...

Bonjour, inesmarzano.blogspot.com!
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At 9:20 AM, Anonymous Ernesto Abreu Valle said...

Inês,
Lindo seu poema! Vejo cores em cada palavra sua!
Bem, vc. me fez lembrar da história do arco-íris segundo o livro de Gênesis. A Tradução, que recupera a beleza original do texto em hebraico, é do francês-judeu André Chouraqui. Quando ele escreve ‘Elohîms’, ele se refere ao que chamamos ‘Deus’, em português.
A história vem após o dilúvio bíblico.
12. Elohîms diz: “Eis o sinal do pacto que ofereço
entre mim, entre vós
e entre todo ser vivente que há convosco
pelos ciclos perenemente.
13. Meu arco, à nuvem eu o dei,
ele é o sinal do pacto entre mim e a terra,
14. quando eu fizer nublar a nuvem sobre a terra
e meu arco tornar-se visível na nuvem,
15. eu memorizarei meu pacto entre mim, entre vós
e entre todo ser vivente em toda carne.
As águas não mais serão para o dilúvio,
para destruir toda carne.
16. E o arco está na nuvem:
eu o vejo para memória do pacto de eternidade,
entre Elohîms e entre todo ser vivente,
em toda carne que está sobre a terra.”
Parabéns! Somente uma artista sensível como vc. poderia escrever um poema tão bonito!
Ernesto Abreu Valle

 

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