Jornalista Inês Marzano

Monday, May 22, 2006

cinema


Diretores de cinema criticam falta de apoio em Minas

A Lei Estadual de Incentivo à Cultura (LEIC), que permite a captação de recursos para a produção cultural, é um dos recursos diponíveis aos cineastas mineiros. Apesar disso, em 2005, 168 projetos foram inscritos na área audiovisual da LEIC, ou apenas 9,26% do total. Para este ano, o governo estadual destinou quase R$4 milhões para os 34 projetos aprovados de cinema, vídeo e congênceres. "O fomento e a promoção da cultura são uma obrigação do Estado", diz o presidente da Comissão Técnica de Análise de Projetos (CTAP) da LEIC, Rômulo Avelar. Seguando ele, ações dessa natureza provocam o amadurecimento dos artistar e aprimoram mais a qualidade técnica dos filmes, além de promover a circulão das obras no país.
Porém, as LEIC são alvo de criticas por colocar o destino de verbas públicas (abatidas de impostos) ao julgamento de empresas privadas. "Elas são mecanismos de estímulo ao financiamento privado. Entretanto, cabe aos produtores culturais e as empresas um papel de gerenciamento responsável e legítimo desse processo, levando em conta não só os aspestos mercadológicos, mas também culturais, humanos e sociais", destaca a coordenadora do Usicultura, Eliane Parreira.
A produção de "Acredite, um espírito baixou em mim" em sua versão para o cinema teve um custo nominal orçado em R$ 1 milão, sendo apenas R$ 230 mil oriundos de leis de incentivo, aplicados na finalização do projeto.
Conforme os diretores e produtores o cinema encontra dificuldades, tanto na aprovação do projeto, quanto na captação de recursos. De acordo com Ilvio Amara, protagonista do filme, o patrocínio e os apoios culturais ainda são pequenos diante da grandiosidade da produção e dos gastos que detém o cinema.

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